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Livro
Toni C. inicia maratona de lançamentos do livro “O Hip-Hop Está Morto!” PDF Imprimir E-mail
Novidades - Livro
Escrito por nossomundo   
Ter, 28 de Fevereiro de 2012 05:17

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Toni C. inicia maratona de lançamentos do livro “O Hip-Hop Está Morto!”

Saraus, pontos de cultura e instituições recebem lançamentos do romance que transforma o hip-hop em personagem e conta a história do movimento no país.

Após inovar, aventurar-se pelas trilhas do romance com a literatura marginal e transformar o hip-hop num personagem de carne e osso, Toni C. inicia, a partir da próxima quinta-feira (1º de março) uma turnê de lançamentos do livro “O Hip-Hop Está Morto!”. Com o aval dos grandes nomes do hip-hop como Dexter, Mano Brown, Renan Inquérito e Eduardo (Facção Central), o artista multimídia, Toni C., anuncia eventos em todo país, seguidos de saraus, pocket shows, palestras e workshops.
O livro “O Hip-Hop Está Morto!”
 “O que seria da minha vida sem o hip-hop? Nem me atrevo a responder”. É assim que o cantor Dexter resume a obra de Toni C., logo no prefácio. “O Hip-Hop Está Morto!”. Assim, entre aspas, na boca de alguém. Quem? Só lendo para descobrir. A obra, com 156 páginas, assume o desafio de contar a história da cultura popular no Brasil, de maneira romanceada. Com cara e coração, o hip-hop se transforma no personagem e narra a própria história através do alter ego Hian, que leva a estudante Samara que realiza uma pesquisa sobre o movimento, para uma viagem entre fatos, pessoas e elementos que ajudam a construir uma das principais contraculturas mundiais.
Obrigatório. Assim o livro é classificado por quem conhece bem o hip-hop, rappers, disque-joqueis, dançarinos, graffiteiros, jornalistas e críticos literários. Como um “guia introdutório” a uma das principais culturas populares do planeta, “O Hip-Hop Está Morto!” está longe de ser uma cartilha e traz ainda elementos novos e adicionais a uma das mais importantes manifestações culturais do Brasil.
A obra contempla o leitor com 28 fotos em preto e branco de figuras emblemáticas como Sérgio Vaz (Cooperifa), Nelson Triunfo, Rapin Hood, Thaíde, Renan Inquérito, Rubia RPW, DJ KLJay e MV Bill, que são, inclusive, transformados em personagens. Também há uma homenagem aos falecidos Dina Di e Sabotage.
Encantador sem ser piegas, “O Hip-Hop Está Morto!” é um romance ousado, ficção e realidade misturam-se e o livro é capaz de atrair diversos leitores pela simplicidade narrativa e riqueza histórica, que apropria-se de uma citação bastante usada e que, como descreve na contra-capa o rapper e também escritor Renan Inquérito: “Toni C. espalhou essa notícia só para ver quem vai chorar, quem vai sorrir. O título é o grande paradoxo desse romance, um livro vivo, para ser lido na véspera do amanhã. Mas, afinal, o que é o Hip-Hop?” Quer saber? Leia. “O Hip-Hop Está Morto!” A História do hip-hop no Brasil de Toni C.
 
Sobre o autor
Toni C. é uma das pessoas mais influentes da cultura brasileira segundo o prêmio Tuxauá 2010. Conhecido como um artista multimídia, ele é pesquisador, cineasta, DJ e agitador cultural. Dirigiu o documentário “É Tudo Nosso ! O Hip-Hop Fazendo História” e organizou os livros “Hip-Hop a Lápis” e “Literatura do Oprimido”. É editor do recém lançado livro de poesias “#PoucasPalavras”.
É também membro fundador da Nação Hip-Hop Brasil e curador do Sarau no Centro Cultural CPFL. Ministra oficinas literárias que se materializaram no livro “Um Sonho de Periferia” em parceria com a Orpas.
Trabalha como editor audiovisual da TV  Vermelho e é pesquisador do programa Estação Periferia – TV Brasil, além de colaborador do portal RAP Nacional.
Entre os prêmios recebidos estão o Cooperifa, Menção Honrosa pela Câmara de Marília – SP, considerado uma das 50 pessoas mais influentes na cultura brasileira pela Escola Viva em 2009 através do Ministério da Cultura foi ainda congratulado pela Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul com a medalha comemorativa da 53ª Legislatura do Estado (2011).

Serviço – Mais informações sobre o romance “O Hip-Hop Está Morto” e os lançamentos podem ser encontradas no site do Literarua.

Última atualização em Ter, 28 de Fevereiro de 2012 05:55
 
Lançamento do livro “João Cândido – A Revolta da Chibata” PDF Imprimir E-mail
Novidades - Livro
Escrito por nossomundo   
Sex, 19 de Agosto de 2011 17:34
João Cândido - A revolta da Chibata de Lançamento do livro “João Cândido – A Revolta da Chibata”, do jornalista gaúcho Paulo Ricardo de Moraes, em Salvador.

“Aqui neste convés, o nosso colega Marcelino recebeu 250 chibatadas, e nós fomos obrigados a assistir a esse espetáculo degradante. O baiano ainda se encontra recolhido ao seu beliche, com muitas dores e febre, mas devemos estar preparados para isso. (…) Custe o que custar, mesmo tendo que matar milhares de pessoas e deixar em ruínas a nossa capital, Marcelino Rodrigues Menezes será o último marinheiro chicoteado em um navio brasileiro”, trecho de João Cândido, o Almirante Negro.

No dia 26 de agosto de 2011 (sexta-feira) acontece o lançamento do livro João Cândido – A Revolta da Chibata, do jornalista, poeta e escritor gaúcho Paulo Ricardo de Moraes, na sede do Bloco Afro Ilê Aiyê, na Senzala do Barro Preto, Curuzu, na Liberdade, em Salvador, às 19h. A Roda de Diálogo terá a participação da jornalista Céres Santos do CEAFRO, programa do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da UFBa.

A obra aborda a trajetória do Almirante Negro sob o comando da Revolta da Chibata, no dia 22 de novembro de 1910, no Rio de Janeiro, o extraordinário acontecimento político e social. O livro teve sua primeira edição lançada em 1984. Em 2010, a convite da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, em cumprimento da lei 11.645/08, foi reeditado, atualizado e revisado com intuito de ser distribuído gratuitamente nas escolas da rede municipal para discutir sobre o tema com alunos e professores da comunidade escolar, e assim conhecer melhor a sua história.

João Cândido nasceu em 1880, filho de cidadãos ainda escravizados, em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, e morreu em 1969. O Almirante Negro, como ficou conhecido, foi o homem capaz de liderar uma revolta que sacudiu as bases da estrutura reacionária e ainda escravagista do Brasil. A literatura, através deste livro, tem como foco o resgate histórico, social e antropológico, sendo de suma importância para a vida social e pessoal, pois estimulam a formação integral do indivíduo, tornando-o capaz de criticar o mundo que o cerca.

A iniciativa, que conta com o apoio do Ilê Aiyê, da SEPROMI (Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Bahia) e do Sincotelba (Sindicato dos Trabalhadores em Correios da Bahia), é uma realização da empresa Oxente, Tchê! Comunicação e Marketing.

Sobre o Autor

Paulo Ricardo de Moraes, jornalista, escritor e poeta gaúcho, mais conhecido como baiano junto à comunidade negra. Trabalhou em diversos veículos da área de comunicação no estado do Rio Grande do Sul, como os jornais Zero Hora, Correio do Povo, e as rádios Guaíba, Pampa e Farroupilha. Atualmente trabalha na Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Porto Alegre.

Em poesia publicou Negro Três Vezes Negro, com Jaime Silva e Ronald Tutuca e O Garçom e o Cliente, com Paulo Naval, além de EUNUCO, individual. Participou de várias coletâneas de contos nos Cadernos Negros de São Paulo. Em teatro escreveu a peça Carnaval, já lida publicamente.

João Cândido, biografia pela Editora Tchê e uma segunda versão deste livro publicada pela Secretaria Municipal da Cultura.

Na área audiovisual, dirigiu o vídeo Da Colônia Africana à Cidade Negra, que participou das mostras competitivas dos festivais de Salvador, Vitória, Cuiabá, e Havana (Cuba) e roteirizou os curtas metragens A Um Gole da Eternidade, Chic e Choc e O Velho e Bar.

Contato do autor
Telefone:
(51) 92674857
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Serviço:
O quê:
Lançamento do Livro João Cândido – A Revolta da Chibata, do jornalista gaúcho Paulo Ricardo de Moraes.
Quando: 26 de agosto de 2011, às 19h.
Onde: Senzala do Barro Preto/Curuzu, na Liberdade – sede do bloco afro Ilê Aiyê.
Entrada Franca mediante apresentação do convite que pode ser retirado no Ilê Aiyê.
Mais informações: (71) 8127-7035 / (71) 9194-6927

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